Rogerio Chor da construtora CHL grupo PDG Realty
Novo cenário força companhias a mudar estratégia
O empresário carioca Rogério Chor, 49, presidente da construtora CHL (grupo PDG Realty) e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), disse que é um erro o governo, por intermédio da Caixa Econômica Federal (CEF), aplicar dinheiro na compra de participações acionárias de empresas de construção civil, como prevê a Medida Provisória (MP) nº 443. "Não há necessidade de um socorro dessa magnitude, de o governo comprar ações das empresas imobiliárias", afirmou.
Da parte do governo, o empresário avalia que comprar ações das empresas significa "usar dinheiro do Tesouro (Nacional) para fazer hospital de empresas", que, na sua avaliação, devem arcar com os riscos inerentes ao mercado, tenham ou não feito opções erradas.
Da parte das empresas, Chor avalia que aceitar a venda de ações para o governo nos preços baixos atuais é diluir inteiramente o controle, já que teria de emitir de 20 milhões a 30 milhões de ações para conseguir um aporte de R$ 50 a R$ 60 milhões, o mínimo que, no seu entender, seria necessário para a empresa superar uma eventual crise. "Aceitar ser tão diluído a esse preço (do mercado atual) já é um mau sinal", constata.
O empresário considera bem-vinda e adequada a linha de crédito para capital de giro que a CEF também se propôs a disponibilizar. Segundo ele, essa linha vai suprir o fechamento, pelos bancos, das linhas de desconto de recebíveis e permitir que as empresas imobiliárias mantenham seus planos de crescimento para 2009.
"Mas ainda precisamos saber como ela (a linha) será executada", ressalvou.
Chor considera o setor da construção residencial no Brasil saudável, ainda que possam haver exceções, e aposta que os balanços do terceiro trimestre das empresas de capital aberto irão apresentar lucros expressivos, como ocorreu no primeiro semestre do ano. "Acho que as empresas devem tocar o dia-a-dia e esquecer, no bom sentido, a Bolsa. No longo prazo a verdade vai aparecer. O que interessa ao mercado acionário é que as empresas sejam sólidas e apresentam resultados", afirma.
Chor admite que as empresas que compraram terrenos ao longo dos últimos anos, quando os preços ficaram elevados, podem ter agora nas mãos ativos que caíram de valor, mas entende que, no momento em que as empresas investiram para formar seus bancos de terrenos, com os recursos apurados com seus lançamentos primários de ações (IPO, na sigla em inglês), elas agiram corretamente.
"Nós somos empresas imobiliárias. Precisamos de terrenos para ter o que vender", argumenta, acrescentando que, na gestão da CHL, ele prefere trabalhar em regime de hora certa, ou seja, comprando o terreno o mais próximo possível do momento de construir. "Quando se trabalha assim, se o preço dos terrenos sobe, você paga mais caro. Mas se o preço está em queda, paga mais barato", analisa, admitindo que quem fez estoque de terrenos recentemente está carregando um ativo caro, porque os preços agora estão em queda. "Mas não foi erro, foi uma questão de estratégia."
O empresário sustenta também que hoje não há problema de formação de estoques de imóveis construídos, exceto em casos pontuais, como na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Não havendo estoque, no seu entendimento, não há excesso de oferta e nem risco de uma queda abrupta de preços que venha a provocar uma quebradeira. Até porque, segundo ele, os bancos ainda não acenaram com nenhuma perspectiva de mexer nas taxas de juros baixas e nem nos prazos do financiamento imobiliários, que chegam a 25 anos, os mais elásticos da história recente.
Esse raciocínio, para Chor, só reforça a idéia de que o governo não deve agir como se estivesse estimulando o aumento da oferta neste momento, com o risco de, aí sim, gerar excessos. Melhor, para ele, seria se fossem tomadas medidas estimulando, por exemplo, o mercado de aluguéis, como facilitar a retomada do imóvel em caso de inadimplência ou taxação decrescente sobre a renda do aluguel de acordo com o tempo de locação.
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Chor,
Com a redução de Juros praticados atualmente pela CEF, o mercado de venda de imóveis voltou a aquecer. Estamos sentido isto em função do retorno que temos nos ultimos meses em nossa empresa. Existe caso de clientes que teem saldo para quitar, estão vendendo pois com os juros mais baixo tem a possibilidade em pegar um valor maior e continuar com mesmo patamar nas prestações posssibitando mudar para um imóvel maior.
Como trabalho no mercado de venda de imóveis novos e usados em Jacarepaguá, vejo é que está havendo uma escassez de oferta para imóveis de menor valor ou seja na faixa de R$150.000,00 a R$180.000,00 para classe mais popular (atualmente na área da Freguesia onde há um volume grande de construção os valores estão voltados para uma outra classe, é claro o bairro está em expansão e lojas como de decoração de móveis, restaurantes e outros serviços, podemos observar que o tipo de morador também está mudando, porém ainda existe algumas áreas em Jacarepaguá pouco explorada e clientela também que estão esperando surgir uma empresa que venha buscar essse segmento e quanto os alugueis, a procura está maior que a oferta.
O em construção tem seu cliente certo. É aquele que poupa menos, e prefere pagar mensalmente durante a construção o que o obriga a fazer uma poupança. Geralmente tem boa renda e não tem poupança, mais tem uma boa reserva de FGTS o que o estimula comprar sabendo que poderá abater na ocasião das chaves.
Tenho alguns terrenos na área de Jacarepaguá, caso haja interesse aguardo retorno.
Grata,
Norma Carvalho
8121-8209
sou moradora do bairro, e hoje, as 9:00 horas, ao passar em frente a construção, fui obrigada a passar pelo meio da rua. seus funcionários estavam com a escavadeira, sem nenhuma proteção, criando uma poeira densa. não havia uma proteção para , nós , pedrestes, passarmos. quando reclamei com um corretor, ele me respondeu com as seguintes palavras: ¨se não quizer passar pelo meio da rua a senhora pode atravessar a rua¨.
cidadania ZERO!
vou reclamar com a prefeiturae com a amagavea!
grata